A história de superação de Paulo Azevedo

Antes do encerramento da AEOP18 decorreu a sessão especial “O difícil não significa impossível”, com a participação de Paulo Azevedo, mentor, autor e ator.

Reconhecido pela sua história de superação, Paulo Azevedo é uma voz poderosa na motivação e no empoderamento pessoal. A sua história é a prova viva de que os maiores desafios podem ser transformados em força, propósito e ação. 

O convite de Paulo – que devido a uma má formação congénita não tem mãos, nem pernas – é que olhemos para a adversidade com outros olhos: os da resiliência, da coragem e da possibilidade. Em pequeno, fazia da pior frase que escutava constantemente – “Coitadinho, mais-valia não ter nascido!” – a sua força, e garante que foi uma criança muito feliz. Em jeito não de conselho, mas antes de partilha lembrou: “Gosta de ti como és. Com todos os teus defeitos e todas as tuas virtudes. Tu vales muito”. E acrescentou: “Só quando te aceitares a ti próprio poderás ser feliz”.

Face às limitações, Paulo Azevedo garante que “o teu pior inimigo és tu mesmo”. É importante “não desistir ante o primeiro obstáculo. Porque pode ser difícil, mas não significa que é impossível”.

A sessão foi um momento especial, em que o ator partilhou aquela que considera ser “uma história de amor”, daquele que vence todas as barreiras, em que um dos principais protagonistas é o seu avô, o inventor do cinto que permite prender as próteses que usa. Uma história feita de heróis sem capa, heróis reais. Heróis como os enfermeiros de Oncologia, que Paulo Azevedo prometeu levar para casa e guardar numa das prateleiras do seu “armário de heróis”.